Reviews
Authors
Pics
Contact

O "Livro negro das marcas" vai ser publicado em português pela editora Quarto Setor em Belo Horizonte em 2007.

Klaus Werner e Hans Weiss
O LIVRO NEGRO DAS MARCAS
O lado obscuro das empresas globais

Adidas, Bayer, C&A, Coca-Cola, McDonald's, Monsanto, Nestlé, Nike, Siemens, Shell...quais das nossas marcas preferidas sustentam corrupção, trabalho infantil, tráfico de armas, destrução do meio ambiente e a tortura de animais? As mais conhecidas empresas multinacionais aproveitam de condições desumanas de trabalho, da miséria nos países pobres e de conflitos armados. Elas toleram tortura e escravidão e vendem produtos ilegais e perigosos.

O Livro negro das marcas tira a máscara das empresas mais poderosas e mostra as verdades chocantes por de trás das imagens da propaganda. Com retratos detalhados dos crimes de 50 das companhias mais conhecidas do mundo, o livro explica também o que todo consumidor e cidadão pode fazer a favor de uma globalização mais justa.

 

Sobre os autores:

Klaus Werner nasceu em 1967 em Salzburg, Áustria. Estudou ecologia e letras na Universidade de Vienna. Desde 1993 trabalha como jornalista free lancer para revistas e jornais austriacos e alemães como profil, Falter, Der Standard, taz e Welt am Sonntag. Viveu em vários países da Europa, África e América Latina para escrever artigos sobre globalização, meio ambiente, racismo e direitos humanos. Em 2000, escreveu o livro Bom apetite! sobre os efeitos ecológicos e sociais da nossa alimentação. Em 2001 e 2003 foi publicado o Livro negro das marcas que virou um best-seller com mais de 150.000 exemplares vendidos e traduções em várias línguas. Em 2005, foi editado seu terceiro livro, O Livro Negro do Petróleo. Atualmente, Klaus vive em Vienna e Belo Horizonte. Site: www.clows.org

Hans Weiss nasceu 1950 em Hittisau, Áustria. Estudou Psicologia e Sociologia Médica em Vienna e Londres. Desde 1980 trabalha como jornalista e escritor. Ele é co-autor de vários livros com mais de um milhão de exemplares vendidos, entre eles: Negócios Saudáveis. As Práticas da Indústria Farmacêutica y Pílulas Amargas. Vantagens e Riscos dos Remédios.

Veja aqui o que diz a imprensa sobre O Livro Negro das Marcas:

"Um livro que terá muitas conseqüências. Ataca as empresas no seu lado mais frágil: seu nome." (Der Spiegel, Alemanha)

"O que este livro desempenha, no futuro devia virar rotina pelo menos para sociedades democráticas." (Frankfurter Rundschau)

"Um 'must' para todo egoísta inteligente." (taz)

"O 'livro negro das marcas' pode virar a nova bíblia dos antiglobalistas" (ORF, Jornal da TV austríaca)

"Não é difícil imaginar que, escrevendo tal livro, seus autores não precisamente fizeram novos amigos." (El mundo, Espanha)

"Não é preciso que alguém se sinta culpado se a marca dos seus sapatos aparecer nesse livro, faz mais sentido se ele se sentir com raiva." (El Universal, México)

"Os jornalistas austríacos Klaus Werner e Hans Weiss revelam as verdades mais escuras que se escondem por de trás das imagens sucedidas das grandes firmas, mas também mostram a influência que podem ter os consumidores para obrigarem as empresas a mudarem algumas das suas práticas." (El Litoral, Argentina)

Imprensa brasileira:

"Grandes marcas são alvo de uma nova patrulha"

DANIEL HESSEL TEICH, © O ESTADO DE S. PAULO, Domingo, 8 de agosto de 2004

O jornalista austríaco Klaus Werner decidiu produzir um livro em que lista denúncias contra 50 empresas globais. As empresas estão agrupadas em ordem alfabética numa espécie de fichário com todo tipo de informação possível, do número de funcionários e faturamento às principais campanhas que existem contra elas.

Também dá dicas de como o leitor pode pressioná-las. Batizado de O livro negro das marcas - o lado obscuro das empresas globais, já vendeu 150 mil exemplares na Alemanha e foi elogiado pela prestigiada revista alemã Der Spiegel.

Werner parte do princípio de que se as pessoas têm apego pelos produtos que consomem, também valorizam outras coisas importantes para seu estilo de vida, como qualidade ambiental e responsabilidade social.”Se uma marca fica com sua imagem desgastada, deixa de ter status. As pessoas vão parar de comprar. A empresa vai ter de resolver esse conflito com seu consumidor”, disse Werner ao Estado. De acordo com ele, esse conflito tem um custo econômico que pode ser calculado estatisticamente. “É um dinheiro que pode ser investido em programas sociais que agreguem simpatia à marca”, explica. “Provocando conflitos, nós forçamos as empresas a fazer esse investimento”, avalia Werner.

top